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6.5.11

Xica da Silva 15 Anos


























Este ano podemos comemorar 15 anos de uma das melhores produções para TV de todos os tempos. A telenovela Xica da Silva - De Escrava À Rainha, foi e é vista em diversas línguas, por quase todo o planeta. Hoje então, com as facilidades da Internet, há seguidores do polêmico folhetim espalhados no mundo todo.

Escrita por Walcyr Carrasco, da extinta emissora de TV Manchete, a novela foi dirigida por Walter Avancini, na missão de retratar uma história repleta de polêmica. Pra começar, a atriz pricipal começou as gravações ainda sem completar a maioridade. A novela continha vastas horas de nudismo, erotismo e sensualidade, algumas vezes de forma gratuita e, em outras, de maneira oportuna e até obrigatória. Muitos pais proibíam seus filhos de assistirem a novela. Os assuntos religiosos também colocavam lenha na fogueira, já que retratava uma época de modos quase medievais, principalmente se tratando de uma colônia de exploração, com todos os interesses e ética políticos desviados. Falava-se de bruxaria, da Santa Inquisição, dos casamentos arranjados, da fuga de perseguidos (judeus) em Portugual para o Brasil, do tratamento dado aos escravos pelos brancos, da homossexualidade na figura de José Maria (Guilherme Piva), da submissão da mulher, do tráfico de armas e diamantes, e de vários outros pormenores do século XVIII, representados no Tijuco.

A novela era inspirada na história real de uma escrava negra que viveu em Diamantina, interior de Minas Gerais. Xica era propriedade do contratador Felisberto Caldeira Brant, descubrindo mais tarde que era seu pai. Na época, a região se chamava Arraial do Tijuco e tinha como principal vocação a extração de diamantes. O grande centro comercial da época era forte componente da Estrada Real (Diamantina, Ouro Preto, Paraty e Rio de Janeiro), onde escoava (deixando rastros) as riquezas do país diretamente para a Corôa Portuguesa. A então escrava Xica, conheceu o homem mais podereso da região (após arruinar seu pai roubando-lhe seus diamantes), o novo contratador de diamantes João Fernades de Oliveira, que se apaixonou por ela, a aforriou, assumindo o casamento incomum para todos. Um escândalo para a época que ocasionou várias intrigas, conspirações e, até hoje, é contestado por historiadores. O que se sabe, é que o nome do casal está presente em diversos livros de batismo como padrinhos, prova incontestável de exposição social. João Fernandes também se ocupou em enviar todos os filhos homens para estudarem na côrte e voltarem casados com fidalgas. Com o tempo, a misciginação foi se atenuando, a medida que os herdeiros do sangue de Xica foram se casando com brancos e brancas. Hoje, não há vestígios acessíveis, e aqueles que seriam descendentes não gostam de comentar o assunto, evitando maiores assédios. Xica teve sua casa (atualmente, museu Casa de Xica, em uma das suas residências que preservaram), uma vida de rainha, a aceitação compulsória da sociedade mercenária do extrato do Tijuco, e toda uma montanha de diamantes presenteada pelo seu grande amor João Fernandes. Com todas as nuanças do caso, mandaram e desmandaram nas Minas Gerais do diamante. Mistura de poder, paixão, amor e intriga, num surrealismo barroco em que Xica vira Senhora Xica da Silva. Os outros enlaces da trama, eram artifícios para retratar de forma detalhada a época e as posturas possíveis no âmbito sócio-político colonial. O comércio de escravos presente na novela, por exemplo, não era comum no Tijuco, onde as famílias já estavam estabilizadas com seus lacaios, mucamas, e os seus descendentes tijucanos. Somente eram comercializados em caso de pagamento de dívida, falência ou partida de bens patriarcais, evitando separações de escravos parentes.

O sucesso da novela se deu, além dos assuntos polêmicos e lascivos, pela riqueza de detalhes históricos, culturais, perfeição nas atuações, o linguajar, o figurino e maquiagem, ilustrando uma época de forma crua, sem tanto aparato como nos cinemas e que foi capaz de convencer, com toda eficiência, os telespectadores. Os noveleiros que assistiram ou assistem Xica, sempre comentam a história como se tudo fosse verdade. Ficam revoltados com os maus tratos, com os posicionamentos políticos da época, impressionados com os modos para comer, vestir, falar, com os relacionamentos entre os personagens... uma mega ilustração do passado, verossímel para a maioria. Vemos nos comentários do Youtube esta identificação com pessoas de diferentes idades e culturas para com as questões apontadas na telenovela. O ódio à Violante Cabral (Drica Moraes), à Catarina (Joana Limaverde), ao Sargento Mor (Carlos Albert), a benevolência com personagens do tipo Maria Benguela (Lucimara Martins), Das Dores (Carla Regina), Rosa (Maria Alves) - o "estrupício mor", a santinha Úrsula e o virgem Xavier (Rita Ribeiro e Matheus Petinatti), as meninas casadouras Ana e Isabel (Ingrid Friedman e Ludmila Dayer) e tantos outros.

Foi também a oportunidade de reconhecimento do público para os atores e atrizes firmaram a carreira nas novelas. A própria atriz principal, Taís Araújo, primeira negra a ser protagonista de novela no Brasil, repetiu a dose em mais duas outras (Da Cor do Pecado e Viver A Vida), também grandes sucessos internacionais da Globo. Outra que ali começou, foi a Jade (Giovanna Antonelli) de O Clone, que fazia a assanhada Elvira. Murilo Rosa (Martin), Dalton Vigh (o inquisidor Expedito), Guilherme Piva (José Maria/ Zé Mulher), Adriane Galisteu (Clara/ Mãe D'Água), Maurício Gonçalves (Quiloa)... Passaram a fazer parte do time da maior emissora de TV do Brasil, Rede Globo, e uma das maiores produtoras de novelas do mundo.

A novela Xica da Silva foi exibida originalmente entre 17 de setembro de 1996 a 11 de agosto de 1997 na Rede Manchete. Foi reprisada no SBT, também no Brasil, e exportada para diversos países pelas emissoras SIC (Portugal), Azteca (México) e TVI (Portugal), entre outras. Taís Araújo chegou a ser contratada pela Telemundo para divulgação da novela e para participar de um reality show do canal e fez uma participação especial na novela Betty, A Feia. Foi eleita pela People espanhola como uma das 50 mais belas do mundo. A novela foi exibida três vezes nos EUA. Na Argentina, foi exibida em 2009 e alcançou a audiência média de 9.3, ficando em terceiro lugar no Ibope. É transmitida desde 2010 na Colômbia pela segunda vez na City TV. Pelo Canal 5 Paravisión do Paraguai, no Chile, Telecanal, no Equador por RTS e na Guatemala (por duas vezes) no Canal 3, onde tem sido um grande êxito novamente.



Vídeo em homenagem aos 15 anos da telenovela Xica da Silva.


Tais Araújo no TV Xuxa, Faustão, Troféu Imprensa, entrevistas e etc.

26.4.11

Pierre Cardin




























Pierre Cardin (1922) foi o mais jovem costureiro a entrar no mundo das maiores grifes de moda. O italiano, naturalizado francês, começou trabalhando para o rei das cinturinhas Cristian Dior. Conviveu com uma infinidade de ícones contemporâneos a ele: Coco Chanel, Piguet, Manguin; com os pensadores e diretores de espetáculos Jean Cocteau, Lucchino Visconti, Jean Delannoy, Christian Jacques; com os pintores Picasso, Braque; escritores Sartre, Simone de Beauvoir... Enfim, grandes nomes da música, da literatura, da dança e da arte em geral, além da moda, é claro. Era tempos onde era comum o encontro de intelectuais em cafés e clubes. Alguns destes clubes eram muito pequenos, levando o costureiro a criar o Espace Pierre Cardin, com capacidade para mil pessoas.

Esteve no Programa do Jô (25/04/2011) contando sua história e comentando a exposição que comemora seus 60 anos de carreira. Mostrará sua coleção abrindo a exposição que ficará por um mês.
Pierre Cardin foi a primeira grife internacional a entrar no Brasil. É integrante da Academia de Belas Artes e, além do ofício principal da costura, foi diversificando suas atividades através dos anos. Teve participação no cinema, inclusive num filme de Cacá Diegues, Joana Francesa. Além de embaixador, possui quatro teatros na França, se envolvendo até na gastronomia dos restaurante Maxim's, decora hotéis, cria figurinos para teatro e desenhos para a arquitetura.
Foi o primeiro a colocar homens na passarela, usando, pela primeira vez, universitários para mostrar sua coleção. Primeiro grande estilista a pactuar com o mercado de lojas de departamento - uma incoerência com a alta costura, que privilegia a peça única, diferente do prêt à porter. Foi um dos maiores escândalos, mudando a forma de pensar no mercado de moda.

A mostra Pierre Cardin - Criando Moda e Revolucionando Costumes tem entrada franca: no Shopping Iguatemi São Paulo, de 29 de abril a 29 de maio. Horário: de terça a sábado, das 12h às 21h domingo, das 14h às 20h.


Entrevista Pierre Cardim. Programa do Jô 25 04 2011.

28.3.11

Chorando Se Foi - Lambada


A música Chorando Se Foi, conhecida também como Lambada, foi lançada originalmente pelo grupo franco-brasileiro Kaoma em 1989.

Ver todas as versões Chorando Se Foi - Llorando Se Fue

A canção já havia sido lançada em um compacto simples pela cantora mineira Márcia Ferreira em 1986, numa versão autorizada de Llorando Se Fue do grupo boliviano Los Kjarkas.
Kaoma estourou com o hit e com o ritmo Lambada, fazendo todo mundo dançar, rebolar, e trouxe de volta a dança entre casais, em baixa na época com as quadras dançantes, precursoras das danceterias e boates de hoje. Nas quadras, as pessoas dançavam em grupo, fazendo os "pacinhos", uma coreografia que funcionava como gíria ou marco de uma turma, ensaiados durante horas para apresentarem lá. Só dançavam em casal nas músicas românticas, conhecidas como "música lenta". Aí veio a Lambada e fez os casais dançarem juntos também de forma frenética, rebolando, jogando o cabelo, rodando a saia e mostrando a calcinha.
A partir de então, o hit ganhou versões em espanhol, inglês, francês... e ficou conhecido no mundo todo como o ritmo do Brasil, ritmo caliente, de praia e lançaram pelo mundo versões de tecnolambada, lambada-beat... um sucesso instantâneo pelo mundo: a World Beat.
O álbum do grupo Kaoma deve ter vendido mais de 5 milhões de cópias no mundo afora. Atingiu o primeiro lugar na Áustria, Brasil, França, Noruega, Suécia e Suiça. Também foi sucesso em países de língua inglesa que não tinham o costume de ouvir a língua portuguesa na época, como Austrália, Reino Unido e EUA. Conseguiu passar a frente de Vogue de Madonna, no Brasil e ficou 12 semanas seguidas em primeiro lugar na França.

Entre os famosos que cantaram ou gravaram versões de Chorando Se Foi estão: Ivete Sangalo, Nando Reis com Banda Calypso, Calcinha Preta, Fafá de Belém, Jennifer Lopez com Pitbull e a cantora Anahi.

Este ano, as versões eletrônicas do hit estão bombando as pistas de dança, boates, casas noturnas e festas, e toca sempre nas rádios mais descoladas, como a Gaydarradio.

Ver todas as versões Chorando Se Foi - Llorando Se Fue.

5.9.10

Sonique - It Feels so Good


Ainda a melhor balada eletrônica já inventada. It Feels so Good é da cantora Sonique, dos anos 80, das quadras boates, danceterias onde a dança era realmente regra por estes ambientes.

26.8.10

Macaulay Culkin

Macaulay Culkin completa hoje 30 anos de idade. Aquele menino e eterno garoto lindo do nosso imaginário é um homem adulto! Famoso por brilhar nos cinemas de aventura nos anos 90, o gatinho agora faz produções independentes. "Esqueceram de mim"? Não, né...: happy birthday!

8.8.10

Especial Billie Jean - versões

















Billie Jean é e foi o maior sucesso de Michael Jackon, ao lado te tantos outros. Veja algumas versões com a música hit, mega hit, vencedora de dois Grammys em 1984 e é a segunda música dos últimos 25 anos pela VH1 e primeira, #1, entre as cinco, the best de tantas outras listas da música, estilo, dança e momento fashion. Nunca mais a música popular mundial foi a mesma.


Já se antecipando para as London Olympics 2012, quando a canção completaria 30 anos de sucesso ininterrupto.

7.8.10

Out's 100 Greatest Gayest Albums of All Time

A revista Out mostra os 100 maiores hits gay de todos os tempos. Há texto para cada item por páginas.

Out 3D

5.10.08

Village People




Quem não conhece Village People? O grupo, surgido em boates gays nos EUA, foi criado em fins da década de 1970 pelos produtores Jacques Morali e Henri Belolo.
O nome originou-se do reduto gay de Nova Iorque na época, o Greenwich Village, e a banda ficou conhecida por apresentar-se com fantasias que evocavam símbolos de "masculinidade": policial (Victor Willis), índio norte-americano (Felipe Rose), cowboy (Jeff Olson), carpinteiro (David Hodo), soldado (Alex Briley) e motociclista (Glenn Hugles).
As suas animadas músicas continham temas homossexuais com ironias sutis, nem sempre percebidas pelos ouvintes heterossexuais da época. O sucesso Macho Man, de 1978, e seu videoclip à época, onde aparecem vestidos como tipos "másculos", é um exemplo. O sucesso aconteceu primeiro na Inglaterra, em 1977, com San Francisco (You've Got Me). O sucesso nos Estados Unidos veio em 1978, com Macho Man. O grupo lançou também YMCA, In The Navy, Go West (regravada em 1993 pelos Pet Shop Boys, também com uma grande parte dos fãs gays) e várias outras que também alcançaram êxito.
Suas músicas viraram clássicos da Disco e estão presentes em qualquer festinha com o mínimo de animação.

12.3.08

David Bowie


David Bowie, nascido David Robert Haywood-Jones (Londres, britânico 8 de janeiro de 1947) é músico e ator, conhecido pelo seu trabalho musical dos anos 70 e 80 e pela sua alta influência no mundo da música, mais especificamente do rock. É popular também pela atuação em filmes como O homem que caiu na Terra The man who fell to Earth (1975) e Labirinto Labyrinth (1986). David Bowie já vendeu mais de 136 milhões de álbuns no mundo inteiro.
É casado com a conhecida modelo somali Iman Abdulmajid desde 1992. Tem dois filhos: uma filha, Alexandria Zhara, nascida em 2000, com Iman, e Duncan Zowie Haywood Jones(nascido em 1971), fruto de seu casamento com Angela Bowie, e tem uma enteada, Zulekha Haywood(nascida em 1979), filha do primeiro casamento de Iman.
Seu verdadeiro nome é David Robert Jones, mas trocou o sobrenome devido ao seu homônimo no então famoso grupo estadunidense The Monkees. No início da carreira, ainda participou de grupos usando o verdadeiro nome, como Davie Jones and the King Bees (1964) e Davy Jones and The Lower Third (1965), chegando a gravar compactos sem maiores repercussões. Uma das teorias para o nome artístico conta que Bowie foi escolhido por ser o nome da fabricante da faca que se supõe ter cegado seu olho esquerdo ainda na adolescência em uma briga com um colega de escola, Daniel Ambooleg. No entanto, a hipótese mais plausível para a paralisação da pupila esquerda é a de que, nessa briga, ocasionada pela disputa por uma namorada, Underwood teria acertado um soco no olho esquerdo de Bowie.
Começou a carreira solo (como cantor folk) em 1966, compondo, cantando e tocando. Em 1968, a canção "Space oddity" ficou entre as cinco primeiras da Inglaterra. Mas o sucesso internacional viria apenas com o álbum The rise and fall of Ziggy Stardust and the spiders from Mars, no qual foi acompanhado por Mick Ronson (guitarra), Trevor Bolder (baixo) e Woody Woodmansey (bateria). É nessa época que começariam as apresentações exuberantes, performáticas, com riqueza de figurino e maquiagem.
David Bowie ficou alguns anos fora dos palcos, mas em 1974 supreendeu a crítica com um afastamento do rock e uma tendência para o rhythm and blues e o soul. Já no álbum de 1977, ficou evidente a preocupação excessiva com o colapso da civilização. Depois de um tempo, alcançaria o sucesso outra vez em 1983, com Let's dance, um álbum voltado ao pop, emplacando sucessos como Modern love e China girl e Blue jeans, entre outros.
Bowie fez produção de discos, trabalhou no filme O homem que caiu na Terra, de Nicolas Roeg, participou de vídeos e estrelou O homem-elefante na montagem da Broadway, isto para citar algumas de suas atividades extramusicais. Em filmes, participou de Fome de viver (The hunger), com Catherine Deneuve, Apenas um gigolô (Just a gigolo) e Labirinto (Labyrinth), com Jennifer Connelly. Fez trilhas sonoras para os filmes Absolute beginners, Labirinto e Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída.
Bowie também fez a trilha musical para o jogo Omikron: the nomad soul, da empresa de jogos Eidos, e aparece no jogo como o personagem Boz, líder de uma banda de rock.

25.2.08

John Travolta


John Joseph Travolta (Englewood, 18 de Fevereiro de 1954) é ator e dançarino estadunidense.
Nascido numa família ítalo-americana do estado de Nova Jérsei, Travolta foi dançarino da Broadway, e lançado ao estrelato mundial nos cinemas ao protagonizar em 1977 o filme Saturday Night Fever (no Brasil, Os embalos de sábado à noite) no qual vivia o jovem Tony Manero, um vendedor de tintas do Brooklyn, em Nova Iorque, durante o dia, e imbatível rei das pistas de discoteca à noite, um grande sucesso dos cinemas, que foi sucedido em 1978 por Grease (no Brasil, Grease - Nos tempos da brilhantina). O filme também foi um grande sucesso.
Após estes filmes, Travolta sagrou-se uma lenda em Hollywood, sendo considerado também o galã dos anos 70. Porém, após Staying Alive (no Brasil, Os embalos de sábado continuam), a sequência de Os embalos de sábado à noite, Travolta enfrentou um certo ostracismo em sua carreira devido às pesadas críticas ao filme. Depois de anos sem atuar em filmes importantes, Travolta apareceu em Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, em 1994 (no Brasil, Pulp Fiction - Tempo de violência). Só então o ator conseguiu "voltar à ativa" e retomar sua carreira em Hollywood, após a brilhante atuação.
Atualmente fatura cerca de vinte milhões de dólares por filme. Casado com a atriz Kelly Preston, sobrinha do falecido presidente estadunidense John Kennedy, Travolta é pai de dois filhos: Jett, nascido em 13 de abril de 1992, e Ella Bleu, nascida em 3 de abril de 2000.
Outros destaques nas telas: The Boy in the Plastic Bubble (O rapaz na bolha de plástico); Grease (Nos tempos da brilhantina ); Look Who's Talking (Olha quem está falando); Face/ off (A Outra Face); Basic (Violação de conduta ); The Punisher (O justiceiro).

5.1.08

Hebe Camargo

Hebe Camargo (Taubaté, 8 de março de 1929) é apresentadora de televisão e cantora.
É filha de Ester e Fego Camargo, violinista na época do cinema mudo, mas que foi demitido com a chegada do cinema falado, o que fez com que Hebe tivesse uma infância humilde. A história da vida de Hebe está ligada diretamente a história da implantação da televisão no Brasil.
Hebe tem um estilo de vida chique, freqüentando a alta sociedade da cidade de São Paulo, festas e eventos, onde vai sempre bem vestida com roupas de grife, carregada de jóias brilhantes e douradas, alguns ganhos de ex-maridos ou namorados e dirigindo um de seus vários carros importados, principalmente da marca Mercedes-Benz, sua preferida.
Apesar de ser um figura cultuada e querida pelas classes populares, Hebe também tem seus admiradores entre as classes média e alta, e circula com desenvoltura entre as socialites e colunistas sociais paulistanos, onde também é muito admirada.
Em função dessa facilidade de trânsito com todas as classes sociais, já foi convidada a participar de inúmeras propagandas, tanto de jóias caras como de produtos populares, como sabão em pó ou amaciantes.
Hebe Camargo possui o mais exclusivo dos cartões American Express, o Centurion Card, tendo inclusive mostrado seu cartão ao vivo durante uma das edições de seu programa. De acordo com a central de atendimento do American Express, apenas duas pessoas o possuem no Brasil.